11 setembro 2014

Quando você volta?

Minha mãe é costureira
Meu pai é eletricista
Você lembra mesmo de mim?
Como perdê-la de vista?
Nossa, mas já faz tanto tempo...
Quem controla o tempo da paixão?

Sua blusa está aberta
E você já está sem camisa
É estarrecedor vê-la de lingerie
Você também não faz feio em minha mira
É doce tua pele? Você ainda joga?
Pra quem mora só, tens um canto que aprisiona.

Quando você volta?
Não me faça tais perguntas?
É importante pra minha vida
E você acha que estou brincando com a sua e a com minha?
Você não deveria ter feito aquilo
Eu nunca disse que não faria...

Dor e Silêncio

Meu telefone descarregava
Meu computador estava oco
Restavam as presilhas que tinham ajudado a forrar a cama
Um bilhetinho e um adesivo no notebook.

Seguia minha rotina trabalho – casa
Perguntava ao porteiro sobre visitas
Até que num ouriçar da minha pele
Soltei um grito:
Eu te amo, Gabrielle

E meu corpo inteiro se acalmou!
Jamais foi o mesmo
Mas de amor um pouco mais se aletrou 

Um comentário:

Anônimo disse...

A consequência do destino é o amor
Pra sempre vou te amar...