09 agosto 2014

02:12 am

Manter a calma e o silêncio
frente à fúria que se rompia
Perseverarei no bom senso dos costumes
Abri-me , de um golpe só, uma sangria

O ser mais simples tem revia
E quanto mais complexo mais doente
Pois no ilusionismo, diabólicos tridentes,
pelo bem estar, realizem com   fina prata

Meu corpo desestabiliza o staus quo
Porquê mentem alguns sentidos
e se deixam enganar por alguns interesses 
marcando a alma denunciadora

Não precisava  pensamento ou gesto
sussurro ou franzir de sobrancelha 

Até quando  se matará em nome de ?
Até quando se excluirá  por causa de ?
Até voltarmos a ser mais simples que amebas
Os sofisticados inúteis da massificação 

Sem raiva
sem paixão
sem desejo 

Com amor
com vida
com mais água na panela do feijão


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