03 julho 2010

C.h.u.v.a.

Uma molícia me invade hoje - deixa-me calmo e quente...o prazer do corpo inscrito na plenitude da mente. Deve ser este clima de inverno chuvoso, estranho companheiro dos meus dias. Ou seria consequência de uma noite entorpecida ou de um amor profundo, no abismo que é meu sentir? Eu sorri para cara marota da incompletude... Que poderosa muralha pode tornar-se  um corpo, mas com a mesma força transmuta-se  num  'Veludo de Lyon', que aquece e embeleza. Que doce a mistura de languidez com voluptuosidade ... de todas as promessas feitas em nome do amor e seu antídoto - atiça em mim a louca vontade de ler Fernando Pessoa enquanto gozo.



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