22 maio 2008

Fantasmas, 22.05.08


Carregue água em cesto de palha;
pentei-se com as garras de uma leoparda viva e faminta;
conte o infinito de suas dúvidas e
curve-se ao rigor do desejo.

Faça brotar amor num parque industrial;
seu computador livrar-te da insônia [e da solidão]
sua agenda valer qualquer centavo
para não ceder ao imperativo

Esqueça que um dia foste diferente
e que, talvez, fosse menos triste
mais livre, menos amparado, menos receoso da outra calçada...
Esqueça de mudá-los... fazendo-o somente e solitariamente

Carregue sonhos em cestos de nuvens
Corra para a praia de tua a vida
distribua amor e sorrisos sob o sol
e molhe-se com a água que jorra rapidamente sobre sua fantasia.

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