19 janeiro 2014

Inebriante

Descrever
o que primeiro chegou
Quando teu corpo esbarrou no meu
- Embriagou!
Choque, fusão,  amálgama
Razão nas gotas de suor... foi!
Inebriante que é,
é possível ler o cheiro
Ler e fazer tantas novas leituras 
Que já não sinto cheiro ou  gosto
Nem decodifico as frases químicas dos encontros
É uma tempestade de infinitudes sensitivas
Nos paradigmas da interpretação cutânea
Que não desejo distanciamento
E se assim fizesse
Sem sentido sentiria inebriante tormento.

Um comentário:

Anônimo disse...

Lindo!!! Adoro suas palavras!! A forma que descreve os sentimentos!! Saudades!!