12 maio 2013

meu porto seguro

Mãe.
Ser divino (para mim que sou filho)
Tantas vezes heroína
por vezes bruxa
com suas palavras e quebrantos poderosos, chazinhos e alquimias.

Muitas vezes lágrimas
que são sucedidas por largos e demorados sorriso.

No júbilo, forte pilar.
Nas decisões, altar.
Quando há sombra, faz-se solar.
Nas pisadas de bola é o duro encarar.
Mas por toda vida sua arte e ofício é amar!
Te amo Mãe!

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