26 janeiro 2011

m.u.d.a.s.

Espinhela caída... Promessa sem pai ou mãe
Amor em feridas, sem café-da-manhã
Nem mentiras paridas - estas cortesãs -
Que trariam rotas para suas fugas (vãs)

O que foi perdido não traz fungo no peito
Nem caminha feito homem já mofado
Que sofria, o dilema de ter jurado...
Olhar pousado na face; dor... tivesse-se feito?

Amor de juras... Parece-me passatempo
Amor de quem jura, verdade ao relento
O amor que não jura perde o tempo
Pois sem estas não há eficaz unguento

Por que foi embora só com beijo
E com tanta pressa?
Não esperou crescer
As mudas que nos portões se entrelaçavam!

Nenhum comentário: